Dia 14, 5 de março. Redescobrir o preto
Os mais velhos não percebem muitas vezes o fascínio dos adolescentes, e por vezes até crianças mais novas, pela roupa preta.
A realidade é que um tecido de veludo preto, por exemplo, tem um encanto próprio. E talvez não seja por acaso que agora se assiste a uma moda do black label, o preto associado ao luxo.
De facto, o preto pode não ser apenas a ausência de cor, pode exercer atração e até fascínio.
Conta-se que o impressionismo nasceu num dia em que alguém não tinha tinta preta. Porém, Renoir diz que o preto é a cor mais importante e que, nas mãos de um grande mestre como Tintoretto, é uma cor divina.
Só que está carregado de conotações negativas (e não só devido à sua associação ao luto). Mas podemos redescobrir a sua riqueza e voluptuosidade.
A realidade é que um tecido de veludo preto, por exemplo, tem um encanto próprio. E talvez não seja por acaso que agora se assiste a uma moda do black label, o preto associado ao luxo.
De facto, o preto pode não ser apenas a ausência de cor, pode exercer atração e até fascínio.
Conta-se que o impressionismo nasceu num dia em que alguém não tinha tinta preta. Porém, Renoir diz que o preto é a cor mais importante e que, nas mãos de um grande mestre como Tintoretto, é uma cor divina.
Só que está carregado de conotações negativas (e não só devido à sua associação ao luto). Mas podemos redescobrir a sua riqueza e voluptuosidade.
Robert Rauschenberg, Balck Painting, 1951

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