Dia 7, 26 de fevereiro. La Dolce Vita: doce ou amarga?
Não há vidas perfeitas. Nem famílias perfeitas. Os sorrisos e os meninos bem penteados por vezes são apenas a fachada cuidadosamente encenada de um edifício em ruínas.
De tempos a tempos lembro-me, a esse propósito, do filme La Dolce Vita, de Federico Fellini (1960). Uma das personagens, Steiner, é um filósofo que parece bem instalado: vive numa boa casa, tem prestígio, é respeitado, tem uma mulher bonita, filhos pequenos, etc. E no entanto acaba por se suicidar.
Aliás, todo o filme desmente o título, que só pode ser entendido como uma amarga ironia. A vida de Marcello e do seu círculo nada tem de doce, é uma espécie de deambulação vazia e sem sentido.
De tempos a tempos lembro-me, a esse propósito, do filme La Dolce Vita, de Federico Fellini (1960). Uma das personagens, Steiner, é um filósofo que parece bem instalado: vive numa boa casa, tem prestígio, é respeitado, tem uma mulher bonita, filhos pequenos, etc. E no entanto acaba por se suicidar.
Aliás, todo o filme desmente o título, que só pode ser entendido como uma amarga ironia. A vida de Marcello e do seu círculo nada tem de doce, é uma espécie de deambulação vazia e sem sentido.

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